segunda-feira, 30 de agosto de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

Nothing like you and I


We spent some time
Together walking
Spent some time just talking
About who we were
You held my hand so
Very tightly
And told me what we
Could be dreaming of

There's nothing like you and I

We spent some time
Together drinking
Spent some time just thinking
About days of joy
As our hearts started
Beating faster
I recalled your laughter
From long ago

There's nothing like you and I

We spent some time
Together crying
Spent some time just trying
To let each other go
I held your hand so
Very tightly
And told you what i would be
Dreaming of

There's nothing like you and I
So why do i even try?
There's nothing like you and I

O ritmo da chuva


Olho para a chuva que não quer cessar
Nela vejo o meu amor
Esta chuva ingrata que não vai parar
Pra aliviar a minha dor
Eu sei que o meu amor pra muito longe foi
Numa chuva que caiu
Oh, gente! Por favor pra ela vá contar
Meu coração se partiu
Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim...
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.
Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor
Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dreaming...



Querer libertar-se do sonho é em si mesmo um sonho.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Não se afobe, não...


"Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar"

domingo, 22 de agosto de 2010

Desenhista compila clássicos da literatura em tiras de quatro quadrinhos

Poder de síntese é o que buscam blogueiros, tuiteiros e a mídia em geral. Em um mundo marcado pela overdose de estímulos e informações, como dar conta de tudo e ainda saber quais são as referências e clássicos universais? Na era da internet, em que o pensamento parece se resumir a 140 caracteres, o sueco Henrik Lange parece ter captado o espírito dos novos tempos.

Lange é autor do bem-humorado "90 Livros Clássicos para Apressadinhos", que chegou às livrarias pela Galera Record, selo jovem do Grupo Editorial Record. A obra reúne uma série de títulos importantes da literatura mundial compilados em apenas quatro quadrinhos. De "O Apanhador no Campo de Centeio" a "Ulisses", passando por "Rambo", "Moby Dick", "O Retrato de Dorian Gray", "O Senhor dos Anéis", "O Processo" e até "O Alquimista", de Paulo Coelho.

O desenhista tornou-se mundialmente conhecido quando começou a série "90 clássicos", com textos em parceria com Thomas Wengelewski. "90 Livros Clássicos para Apressadinhos" é a sua primeira obra traduzida no Brasil. O desdobramento deste trabalho voltado para os apreciadores da sétima arte - "90 Filmes Clássicos para Apressadinhos - também será publicado pela Galera Record.

Fonte: Livraria da Folha

L'amour



"Deixa eu contar as formas:
Eu te amo do fundo da profundidade da altura que minha alma pode alcançar,
Como me sinto longe de ser a pessoa ideal...
Eu amo você ao nivel das necessidades diárias
Ao sol e luz da vela.
Eu te amo livremente como o homem gosta de ser
Eu te amo puramente como eles amam os deuses
Eu te amo com paixão como nunca amei ninguém
E com minha fé infantil
Eu te amo com amor que nunca achei ser possível
Eu te amo com a respiração, sorrisos, lágrimas de toda minha vida.
E se Deus quiser, vou te amar mais ainda depois da morte."

Poor Charlie Brown...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Mafalda e sua paixão pelos Beatles!

E foi assim ...


"...e foi assim. desde a hora que abriu os olhos.
teve certeza: hoje, seria um dia mágico."


domingo, 15 de agosto de 2010

Do fundo do baú...

Lean On Me (Bill Withers)

Lean On Me
Sometimes in our lives
we all have pain
we all have sorrow
but if we are wise
we know that there's always tomorrow

Lean on me
when you're not strong
and i'll be your friend
i'll help you carry on
for it won't be long
till i'm gonna need
somebody to lean on

Please
swallow your pride
if i have pain
you need to borrow
for no one can heal
those of your needs
that you wont let show

ya just call on me brother
if you need a hand
we all need somebody to lean on
i just might have a problem that youll understand
we all need somebody to lean on

lean on me
when youre not strong
and ill be your friend
ill help you carry on
for it wont be long
till im gonna need somebody to lean on

ya just call on me brother
if you need a hand
we all need somebody to lean on
i just might have a problem that youll understand
we all need somebody to lean on

if
there is a load
you have to bare
that you cant carry
im right up the road
ill share your load
if you just calllll meeeeee
caaaaaaaallllll meeeeee
if you need a friend

Turn! Turn! Turn! (The Byrds)

To Everything (Turn, Turn, Turn)
There is a season (Turn, Turn, Turn)
And a time to every purpose, under Heaven

A time to be born, a time to die
A time to plant, a time to reap
A time to kill, a time to heal
A time to laugh, a time to weep

To Everything (Turn, Turn, Turn)
There is a season (Turn, Turn, Turn)
And a time to every purpose, under Heaven

A time to build up,a time to break down
A time to dance, a time to mourn
A time to cast away stones, a time to gather stones together

To Everything (Turn, Turn, Turn)
There is a season (Turn, Turn, Turn)
And a time to every purpose, under Heaven

A time of love, a time of hate
A time of war, a time of peace
A time you may embrace, a time to refrain from embracing

To Everything (Turn, Turn, Turn)
There is a season (Turn, Turn, Turn)
And a time to every purpose, under Heaven

A time to gain, a time to lose
A time to rend, a time to sew
A time for love, a time for hate
A time for peace, I swear it's not too late

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

No palco, Beth Goulart é Clarice Lispector

Clarice Lispector (1920-1977) dizia que "escrever não é inventar, mas correr o risco de encontrar a realidade". Limitando-se a trocar o primeiro verbo por "atuar", Beth Goulart, 48, segue o conselho de forma exemplar no monólogo "Simplesmente Eu - Clarice Lispector".

A atriz apresenta uma tradução cênica para o que, aos olhos da escritora, é o real: aqueles instantes de suspensão em que, na surdina e sob um disfarce prosaico (animal, planta ou um cego mascando chiclete), abrindo fendas na modorra da rotina, a vida irrompe _monumental, desconhecida, temerária e onírica.

Entre o fascínio e a repulsa suscitados pelas epifanias, no limiar do estado de graça e do horror trazidos pela descoberta do mundo, quatro personagens sacadas de contos, crônicas e romances da autora se equilibram, em cena, com a figura da escritora ela mesma.


As falas desta são pinçadas de entrevistas, depoimentos e cartas da Clarice real, que dão pistas sobre seu sentimento de culpa pela morte da mãe, a relação com Deus, a personalidade reservada e a devoção às letras.

"Escolhi personagens que, de certa maneira, têm relação com algumas fases da vida da Clarice", diz Beth, também autora e diretora do espetáculo, que assim justifica as escalações:"A Joana [de 'Perto do Coração Selvagem'] representa o impulso criativo, até um pouco adolescente. A Ana [do conto 'Amor'], dona-de-casa dedicada aos filhos e ao marido, lembra o momento 'família' dela, casada com o [diplomata] Maury Gurgel Valente e mãe de Pedro e Paulo. A Lóri [de 'Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres'] incorpora a importância do amor, do encontro amoroso. E a mulher anônima [da crônica 'Perdoando Deus'] ecoa um pouco o lado racional e bem humorado da Clarice, sua sagacidade."

Segundo a atriz, o ir-e-vir da montagem entre criadora e criaturas busca explicitar a forma como "a pessoalidade de Clarice" contamina sua obra:"O interessante é que sua escrita traz a voz do personagem, a dela como autora e ainda uma terceira, de interpretação, reflexão crítica sobre o que está sendo dito. Desse jeito, consegue tratar bem do mistério feminino, dessa qualidade de sermos quatro por mês, de sermos muitas numa só".

A criação do espetáculo consumiu dois anos de pesquisa e mais seis meses de preparação de corpo e voz.

Conhecida pelo rigor que emprega na composição gestual de personagens, Beth encarna aqui uma Clarice de erres salientes (cortesia da língua presa, não da origem ucraniana, como acreditam alguns), olhares fugidios e que roça polegar e anelar enquanto fuma.

A precisão não a impede de transcender a mimese, ir além do virtuosismo da "incorporação mediúnica" pura e simples. No palco, Beth é Clarice, suas personagens e um pouco ela própria. A escritora afirmava se sentir pobre por "só ter corpo e alma" e precisar "de muito mais". Corpo e alma bastam para fazer a fortuna de Beth neste "Simplesmente Eu".

Autor: Lucas Neves

Fonte: Folha Online

domingo, 8 de agosto de 2010

Labirinto Kafka



O Processo e a Metamorfose. Dois espetáculos metamorfoseados em um. Independentes, seqüenciais e, ao mesmo tempo, interligados pela Linguagem Teatro Fractal e a Metodologia dos Ritos, desenvolvidas por Janssen Hugo Lage há 20 anos. Uma atmosfera obscura, personagens inquietantes, um texto inacabado, apresentam um Kafka fundido à sua obra, absurdo e ao mesmo tempo lógico. O espetáculo estréia dia 06 de agosto de 2010 – de sexta a domingo, horário nobre, no Teatro João Caetano em São Paulo.


À beira de um colapso cultural eminente, com tantas anomalias, crises financeiras, BBB9, um negro presidente dos EUA, pai jogando filha pela janela; um novo tempo de episódios “kafkanianos” impera no cotidiano voraz de nossos dias. Essa talvez seja a explicação para um espetáculo com jovens atores sob a responsabilidade do veterano diretor carioca, Janssen Hugo Lage, sintonizados na esfera de uma metodologia que busca aproximar o Homem do ser Ator; ter atraído mais de 10.000 pessoas para ao teatro. Um fenômeno explicável, segundo profetizava o próprio Kafka, em seus textos poéticos e frios, profundos e lógicos, realistas e extremamente sustentados por uma narrativa absurda e possível. Kafka mostra-se mais do que nunca um autor necessário para esses nossos dias de cão. Diante de um mundo sem soluções e crises existências narrados por pessoas comuns todos os dias no meio da rua, nos supermercados, nos hospitais, em filas de banco, nas praças. O espetáculo LABIRINTO KAFKA, nos apresenta um Franz Kafka metamorfoseado em si mesmo, como um daqueles antigos fotógrafos lambe-lambe, hoje um profissional em extinção, que desenvolve uma atividade que foi superada pela facilidade tecnológica e pela pressa imposta pelo tempo de novas velocidades. Lembrá-lo nesta analogia tem o sabor de tentar recuperar imagens e histórias que hoje fornecem uma infinidade de informações de ordem estética, antropológica, cultural e social; exatamente como Kafka anunciava em sua obra, pelo simples fato de que, seja da digital ou da caixa de madeira do lambe-lambe, seja em baixa ou alta resolução, no final tudo o que temos são simples imagens refletidas. E de alguma forma Kafka tinha noção dessa realidade, por isso, seus apontamentos e idéias avançaram os tempos e hoje somos contaminados por suas premunições avassaladoras, por seu instinto infinitamente patético e cético, poético e blasé.

Autor: Janssen Hugo Lage

L'amour

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Frases de Franz Kafka


Quem possui a faculdade de ver a beleza, não envelhece.

Existe uma meta, mas não há caminho; o que chamam
os caminho não passa de hesitação.

A única coisa que temos de respeitar, porque ela nos une, é a língua.

Um livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós.

Talvez haja apenas um pecado capital: a impaciência. Devido à impaciência, fomos expulsos do Paraíso; devido à impaciência, não podemos voltar.

Estou aqui, mais do que isso não sei.

Deve-se ler para fazer perguntas.

Todos os erros humanos são fruto da impaciência, interrupção prematura de um processo ordenado, obstáculo artificial levantado ao redor de uma realidade artificial.

O espírito se libera só quando deixa de ser um suporte.

Os pontos de vista da arte e da vida são diferentes ainda que no mesmo artista.

Quem procura não acha, mas quem não procura é achado.

A literatura é sempre uma expedição à verdade.

Não desesperes, nem sequer pelo fato de que não desesperas. Quando tudo parece findo, surgem novas forças. Isto significa que vives.

Nos bastidores da Pixar: lições do playground corporativo

Toda pessoa tem uma lista de seres admiráveis que servem como inspiração e exemplo. Usamos fatos e condutas dessas pessoas especiais para ajudar a decidir que rumo seguir na vida.

O mesmo procedimento é adotado por empresas, inspirando-se em outras firmas para que o sucesso seja alcançado. O livro “Nos Bastidores da Pixar: Lições do Playgroud Corporativo mais Criativo do Mundo”, escrito por Bill Capodagli e Lynn Jackson, serve exatamente para tal propósito: com seguir a filosofia corporativa da produtora de animações para criar um ambiente de trabalho mais harmonioso.

Ao longo das mais de 180 páginas, as práticas da empresa são discutidas. No fim de cada breve capítulo, há um quadro com dois tópicos que resumem os ensinamentos da passagem anterior. Muitas vezes frases ditas por John Lasseter (diretor criativo da Pixar) ou por Walt Disney são apresentadas nessa seção.

O volume é direcionado para líderes em companhias de qualquer área de atuação. Quem estiver mais interessado na história da empresa que deu vida ao vaqueiro Woody e tantos outros personagens inesquecíveis terá de pescar informações aqui e ali, correndo o risco de ficar insatisfeito.

Para esse tipo de público, o interesse estará mais concentrado no final do livro, especificamente no Apêndice 2, intitulado “Fatos favoritos de Bill e Lynn a respeito da Pixar”.

“Nos Bastidores da Pixar” é basicamente uma auto-ajuda corporativa e, por vezes, escapa do foco. Há a clara impressão que a Pixar não passa de um exemplo distante em algumas passagens, apenas um pretexto para passar a mensagem.

Por isso mesmo, o leitor precisa antes de tudo estar procurando o tipo de auxílio que o livro oferece. O amor por cinema – ou apenas pelas produções da Pixar – tem de estar no subtexto, somente como um aspecto para dar um diferencial na leitura.

Autor: Bill Capodagli e Lynn Jackson
Editora: SaraivaTradutor: Maria Amalia Bernardi
Páginas: 184
Preço: R$ 44,90



Fonte: uol


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Genial!

Programa semanal TV PiÁ, que tem como público-alvo crianças de 6 a 12 anos, além de pais e educadores. Após meses de produção, doze cidades e vários estados visitados, a TV Piá chega aos domingos (às 14h30) à tela da emissora pública, TV Brasil, para mostrar a diversidade cultural das crianças, o que pensam, como brincam e se divertem. Os meninos e meninas, os chamados piás, assumem o controle do programa.

Eles saem às ruas munidas de microfone, entrevistando, pesquisando e interagindo com a realidade de cada lugar. São crianças da chamada geração Z, que já nascem "zapeando", "logadas", "conectadas" e "plugadas" em tudo, e que nunca imaginaram o mundo sem computadores, chips e internet. Saber como essas crianças se expressam no mundo, quando estão sozinhas ou em grupos, é outra missão da TV PiÁ.

Para debater os assuntos do ponto de vista das crianças, o programa usará vídeos de celular, de câmeras digitais, animações, desenhos e músicas feitas pelas próprias crianças. TV PiÁ se propõe ainda a levar meninos e meninas de um determinado grupo para conhecerem outro, completamente diferente. Com isso, tenta romper barreiras culturais, sociais e econômicas, procurando cruzar mundos, épocas e classes sociais diferentes. Em uma das atrações gravadas, duas meninas saem de uma escola em Perus, na periferia de São Paulo, e vão conhecer uma aldeia guarani que fica a oito quilômetros de suas casas. Elas nem sabiam da existência da aldeia. Ali deparam com uma realidade diferente e conhecem a língua guarani. Uma indiazinha serve de intérprete.

Fonte: TV Brasil
Saiba mais: Blog da TV PiÁ

even if we're worlds apart...