quarta-feira, 30 de junho de 2010

Meditation...



"Tenho praticado a meditação sentada durante anos, mas ainda tenho o problema dos pensamentos que, incessantemente, me vêm à cabeça. Que posso fazer em relação a isto?" E eu respondo: "Expire apenas. Não faça nada. Não tente nada. Simplesmente complete esta uma única expiração. Uma a uma. Sejam quais forem os pensamentos que lhe surjam deixe-os estar onde estão como às nuvens brancas no céu. Não faça deles os seus inimigos ou obstáculos devido ao modo habitual de os perceber."

Fonte: YAMAHATA, Hôgen. Folhas caem, um novo rebento. Assírio & Alvim, 2002.

domingo, 27 de junho de 2010

Momento...

imagem tirada daqui



“Com certeza não existe nada
senão o objetivo único do momento presente.
A vida inteira de um homem
é uma sucessão de momento após momento.
Se compreendermos apenas o momento presente,
não restará mais nada a fazer nem nada a buscar”

Eternidade

imagem tirada daqui

"... Enxergar o mundo em um grão de areia,
E um céu numa flor inculta
Segurar a infinidade na palma de tua mão
E a eternidade em uma hora"

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Help me...

Pensamentos...

imagem tirada daqui

"Já que apenas você é responsável por seus pensamentos, apenas você pode mudá-los. Você irá querer mudá-los quando perceber que cada pensamento cria de acordo com sua natureza. Lembre-se que a lei funciona todos os tempos e que você está sempre agindo de acordo com o tipo de pensamento que você habitualmente cultiva. Assim, comece agora a pensar apenas aqueles pensamentos que irão lhe trazer saúde e felicidade."

quarta-feira, 23 de junho de 2010

L'amour

Believe...


"Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso que disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo."

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Borboleta...

imagem tirada daqui

Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,
Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
A borboleta é apenas borboleta
E a flor é apenas flor.

(do “Guardador de Rebanhos” – Alberto Caeiro)

Gosto da gota d’água...


Gosto da gota d’água que se equilibra
na folha rasa, tremendo ao vento.

Todo o universo, no oceano do ar, secreto vibra:
e ela resiste, no isolamento.

Seu cristal simples reprime a forma, no instante incerto:
pronto a cair, pronto a ficar – límpido e exacto.

E a folha é um pequeno deserto
para a imensidade do acto.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Minha cara...

Happiness...


Happiness...

Números enigmáticos

Para alguns praticantes, significa fazer as pazes com os números. Para outros, diversão. Mas o bom mesmo é “treinar a atenção em tempos de videoclipe”, como conta Edson Pfutzenreuter, professor do Senac. Embora a origem do jogo tenha um pé na Suíça e outro nos Estados Unidos, foi batizado e cresceu no Japão. Sudoku quer dizer “número único”, o que faz sentido, já que o jogador preenche as casas vazios dos quadrados menores (3x3) com números de 1 a 9, sem repeti-los nas linhas verticais e horizontais. “O jogo treina habilidades como a velocidade no processamento de informações, o raciocínio numérico e lógico, a memória e a concentração”, diz Cacilda Amorim, psicoterapeuta e diretora do Instituto Paulista de Déficit de Atenção. Há quem não passe um dia sem “sudokar”, verbo novo no dicionário dos aficionados. Ivone Glaessel, de 80 anos, é uma delas. Fã de palavras cruzadas, descobriu o sudoku há um ano e se apaixonou. Mas qual a graça disso? O prazer pelo exercício mental. Conforme os êxitos avançam, a sensação de conquista aumenta e o desafio não deixa o jogador descansar antes do fim. E então, vai sudokar hoje?

Simples coisas incríveis

O comediante canadense Neil Pasricha estava cansado de ver nos jornais notícias de atentados nucleares, derretimento das calotas polares, furacões e caos econômico – isso sem contar a própria crise pessoal por que vinha passando. Para escapar desses problemas, se concentrou em pensar nas pequenas coisas que o deixavam verdadeiramente feliz, como o cheiro de grama cortada, vestir a cueca depois de ela ter saído da secadora, o abraço da sua avó, saborear um pão quentinho. Foi para o computador e decidiu criar o blog 1000 Awesome Things (“1000 coisas incríveis”), com posts diários dessas coisas que nem sempre valorizamos, mas que são capazes de tornar nossos dias muito mais leves e prazerosos. “A gente se esquece, mas esses momentos singelos fazem tanto parte da nossa vida quanto as grandes preocupações que ocupam nossa mente”, diz ele. “E se realmente passasse um filme na nossa cabeça antes de morrermos, com certeza seria deles que nos lembraríamos.” Pasricha compilou 150 melhores coisas que foram ao ar pelo blog (e escreveu mais 50 inéditas) no The Book of Awesome (“O livro das coisas incríveis”, em tradução livre), recém lançado nos EUA e Canadá. “Logo que recebi o primeiro exemplar, tratei de incluir na minha lista o cheiro de livro novo como a ‘1001ª coisa incrível’. Pelo visto, essa lista não deve parar de crescer.”

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Simplicidade (Juliana Araújo)

Ao terminar uma aula, fui pega pela pergunta de um aluno: por que você faz isso? E para quê?

Essa dúvida me fez emudecer. Não gosto de respostas prontas ou apressadas, fiquei temerosa pela pequenez que eu poderia transmitir com palavras ansiosas. Aquelas questões incitaram em mim muito mais silêncio que resposta.

Pedi licença para no silêncio buscar algo digno de ser dito. Drummond disse “Convive com teus poemas antes de escrevê-los”. Convivendo com a dúvida, notei que ela é terreno fértil de possibilidades e que, então, fui conduzida a uma esfera muito peculiar de memórias.

Lembrei-me das tardes quentes de minha infância simples, em que eu e meus amigos nos divertíamos muito brincando com a “nossa piscina” de água da chuva recolhida num balde azul em que só cabia uma criança e esperávamos por nossa vez rindo e nos deliciando com o prazer do colega.

Recordei minha mãe preparando um bolo de fubá, artigo de luxo, para receber sua amiga para um café. A conversa começava sempre à tarde e terminava quase na hora do jantar.Tinham tempo! Coisa rara e cara hoje em dia!

E as idas ao banco? Antes, sem internet nem caixas eletrônicos, conhecíamos os funcionários e os tratávamos com a dignidade e o respeito que mereciam. A mesma coisa com o padeiro, com o motorista do ônibus e com o carteiro. As nossas relações e nossa vida eram mais artesanais e mais elaboradas, como a receita do bolo feita em casa tem sabor mais agradável. Relações que eram cultivadas, regadas e alimentadas com respeito. Hoje é difícil saber o que tem acontecido com a humanidade. A era industrial e tecnológica parece ter nos transformado em máquinas.

Na fila as pessoas ficam impacientes, o clima se torna hostil e não há gentileza nem troca. Aquele bom-dia sem olho no olho que não é bom nem para quem dá nem para quem ouve. Não ouvimos o outro. Não olhamos o outro. Andamos solitários, massificados e reduzidos a quase nada. Os sorrisos tornaram-se obrigações de cordialidade. Sorrisos de quem não quer sorrir.

A doença da modernidade e que atinge milhões é a “crise da impaciência adquirida”. Pés inquietos, unhas roídas e dedos nervosos nos joguinhos de celular. Doença triste, silenciosa, mata sem que se perceba. E mata não somente o doente, mas também o alvo no momento da sua crise. A crise ocorre no trânsito, na fila do cinema, no aeroporto e é altamente contagiosa nos grandes centros. A epidemia se alastra por São Paulo. O órgão de defesa civil deveria interditar a cidade.

Buda já dizia que paciência é uma das mais altas virtudes, uma dica velha que se faz urgente para essa epidemia que acomete a população mundial.

Esquecemos que a experiência sagrada da vida se faz a cada instante, como diz genialmente Leonardo Boff: “A experiência do mistério não se dá apenas no êxtase, mas também, cotidianamente, na experiência de respeito diante da realidade e da vida. A mística não é o privilégio de alguns bem-aventurados, mas de uma dimensão da vida humana à qual todos têm acesso”.

Como perceber o sagrado se estamos tão envolvidos com pequenas coisas do cotidiano que nos aprisionam? É na simplicidade que nos encontramos e podemos partilhar a plenitude do Universo.

Talvez pratiquemos unicamente para sermos humanos no significado mais profundo que esta palavra pode ter. Talvez, para curar a complexidade e ser simples. Talvez, para esculpir na argila da vida obras de amor, de paz, de generosidade e de tolerância. Talvez, para que possamos olhar nos olhos.

Talvez, para que o sorriso seja de franqueza. Talvez, para nos libertar do vago sentido. Talvez, para dar sabor mais agradável à vida, como bolo feito em casa. Ou quem sabe, para comungarmos o ideal de um mundo mais justo. Talvez, para que nossos encontros engrandeçam a nossa jornada.

Juliana Araújo é professora de Yoga, formada em naturopatia. Dá cursos de formação na Humaniversidade.

Fonte: eyoga

terça-feira, 15 de junho de 2010

You are my sunshine

Doçura...


“Um outro dia, embaixo da chuva,
esperamos um barco à beira de um lago;
a mesma lufada de aniquilamento me atinge,
desta vez por felicidade.
Assim, às vezes, a infelicidade ou a alegria desabam sobre mim,
sem nenhum tumulto posterior, nenhum outro sentimento:
estou dissolvido, e não em pedaços: caio, escorro, derreto.
Este pensamento levemente tocado,
experimentado, tateado (como se tateia a água com pé) pode voltar.
Ele nada tem de solene.
É exatamente a doçura."

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Mapa com os melhores filmes de todos os tempos



Em seu perfil no Facebook, o francês David Honnorat diz se interessar pela Apple, por internet, esportes, pôquer, futebol e, em primeiro lugar, por cinema. Mas “interesse” parece ser uma palavra insuficiente para definir a relação de David com filmes.

Ele é responsável por “The Best Movies Of All Time Map” (ou “O Mapa dos Melhores Filmes de Todos os Tempos”), que você confere clicando diretamente num site que publicou a criação, o Collider.Com.

O mapa vem circulando pela web nos últimos meses e faz sucesso porque usa um método clássico da infografia, a habilidade de informar através de representações visuais: o esquema das estações do metrô de Londres, assinado pelo lendário designer gráfico Harry C. Beck.

Nesse sistema, o que importa não são as curvaturas do relevo nem dos trilhos, mas a sequência de estações e as intersecções entre elas, para o usuário chegar aonde quiser. O mesmo vale para o mapa de filmes, em que não fazem diferença o ano de lançamento nem a quantidade de prêmios recebidos, e sim a relevância dentro de cada gênero.

E também existem baldeações nesse “metrô cinematográfico”. No encontro da Linha 16 (Animação) com a Linha 2 (Romance), está “Wall-E” (2008). Na interseção da Linha 1 (Obra-Prima Universalmente Reconhecida) com a Linha 12 (Drama Obscuro e Esquisito) está “Laranja Mecânica” (1971). E, no cruzamento das Linhas 1, 13 (Ficção Científica) e 14 (Fantasia), está o primeiro filme da saga Star Wars, “Guerra nas Estrelas — Episódio IV: Uma Nova Esperança”.

Fonte: Revista Monet

Happiness...


L'amour

domingo, 13 de junho de 2010

Patience...



Os dois guerreiros mais poderosos são a paciência e o tempo.

Wisdom...



A eternidade ama as produções do tempo.
A abelha ocupada não tem tempo para a tristeza.
As horas de insensatez são medidas pelo relógio,
mas nenhum pode medir as horas de sabedoria.

Tempo...


"Não corra atrás do que passou, não se preocupe com o que está por vir.
O passado já foi jogado fora, o futuro ainda não chegou.
Simplesmente agarre o que está aqui e agora e, sem vacilar, olhe para ele e o entenda.
Faça o que deve ser feito hoje, com simplicidade e atenção.
Ninguém sabe se a morte chegará amanhã;
logo, não há como escapar desse adversário.
Realize nesse instante o que deve ser realizado."


The Middle way (Periódico da Buddhist Society)

sábado, 12 de junho de 2010

Smack! O Beijo nos Quadrinhos

No mês em que se comemora o Dia dos Namorados, o lançamento "Smack! O Beijo nos Quadrinhos", da Editora Centopeia, traz uma compilação gráfica do tema ao longo da história dos quadrinhos. Mas engana-se quem pensa que o jornalista e escritor Gonçalo Junior concebeu a obra para servir de "livrinho fofinho para dar de presente ao namorado ou namorada", segundo palavras do próprio autor, em entrevista ao UOL. "Claro que cumpre bem essa função. Mas esta lá: com o beijo, mapeio a censura nos quadrinhos em boa parte do mundo e como o beijo se tornou subversivo no sentido de confrontar a moral e a censura e tornar os quadrinhos mais humanos e emocionantes", adverte.

Mais que uma seleção de capas e cenas, o livro traça um paralelo entre o aparecimento dos toques labiais na narrativa sequencial e a queda da censura, que reprimiu a manifestação até o fim dos anos de 1930. "A minha intenção foi tratar do aspecto moral: por décadas, a censura proibiu ou coibiu o beijo nos quadrinhos. E esse simples gesto se transformou num elemento libertário. O beijo abriu tudo para que os autores de quadrinhos tivessem mais liberdade", disse Gonçalo Jr.

No livro descobrimos que o papel de romper com este tabu da ausência de beijos caberia aos primeiros heróis de aventuras --como O Fantasma e The Spirit. Depois, vieram as revistas românticas para meninas dos anos de 1940 e 1950, e, por fim, a contracultura (anos 1960), personificada em heroínas como Barbarella e Valentina e o underground de Robert Crumb.

Para "didatizar" o tema, o jornalista e escritor Gonçalo Junior dividiu as diversas formas de beijar --das mais puras às tremendamente "sexuais"-- em onze tópicos, que encabeçam cada um dos capítulos do livro. As cenas são mostradas com legendas, que contextualizam os momentos apresentados. Há os beijos liberados, puros, de paixão, orientais --alusivos aos mangás, os quadrinhos japoneses--, heroicos, poderosos, adultos, irreverentes, assustadores, excitantes e proibidos; fora os cerca de duzentos excluídos da publicação por falta de espaço.

Curiosidades
Interessante é a observação feita pelo autor logo na introdução do livro. Ao longo de um ano de garimpagem das mais de oitocentas imagens, ele constatou que a quase totalidade dos beijos é de boca com boca. Ou seja, nos gibis, do abraço se vai logo ao beijo na boca.

Entre o farto material coletado, há inúmeras curiosidades e fatos inusitados, que servem para refrescar ou atualizar a memória de todas as idades. "Smack!" traz, por exemplo, o único beijo em vida da "porra-louca" Rê Bordosa, de Angeli--pelo menos que se tem notícia. Tem também o beijo gay da inseparável dupla Batman e Robin e muitas cenas picantes de orgia nos traços de Carlos Zéfiro, o "mestre dos catecismos", e de Rodval Mathias. Até os mangás pornôs japoneses, que são proibidos nos Estados Unidos mas publicados no Brasil há mais de uma década, mereceram destaque. Mas o beijo mais emblemático, segundo o próprio autor, foi o de Mônica e Cebolinha na atual série "Turma da Mônica Jovem": "Gerações de brasileiros imaginaram que isso iria acontecer e tiveram de esperar muito tempo para isso. Felizmente, esse dia chegou. Sinceramente, é uma cena emocionante pela carga histórica e afetiva que tem na memória de todos nós que crescemos a partir da década de 1970 lendo a 'Turma da Mônica'", comenta.

"E qual casal mereceria um 'flashback'?", pergunto a Gonçalo. "Trinta anos depois de ler a história em que Gwen Stacy, namorada do Homem-Aranha, é assassinada pelo Duente Verde, ainda não me recuperei dessa tragédia. Acho que é um dos momentos mais tristes dos quadrinhos. Não verei outro beijo entre os dois nunca mais", fala.

O livro foi feito sob encomenda para a loja paulistana especializada Comix (Alameda Jaú, 1.998, São Paulo-SP. Inf.: 0/xx/11/3088-9116 e site www.comix.com.br). A proposta não é vender a obra, mas distribui-la aos clientes que fizerem compras de R$ 150 na loja, de uma só vez ou acumuladas ao longo de junho. Foram impressos mil exemplares.


Fonte: uol

Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim




O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo é comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho. Em Portugal também acontecia o mesmo até há poucos anos, mas atualmente é mais comum a data ser celebrada a 14 de Fevereiro.

História
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum já tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.

O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens davam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.

O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.

O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.

Data no Brasil
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar que era combatida pela heresia da época chamada Catarismo. O casamento - em queda na Idade Média - gerava filhos que a seita catara condenava pois para esta o mundo era intrinsecamente mau pois, ao invés de ter sido criado por um Deus bom, teria sido criado por um Deus mau.

A data provavelmente surgiu no comércio paulista quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes e depois foi assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentin, equivalente nos países do hemisfério norte, para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.
Fonte: wikipedia

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Fish with a Smile (Um Peixe com um Sorriso)

A Fish with a Smile (Um Peixe com um Sorriso), curta metragem de animação de Taiwan.
Ganhou um prêmio especial no festival de Berlim de 2006.
O curta mostra a amizade entre um homem e um peixe.
Roteiro baseado em livro infantil escrito por Jimmy Liao.
Diretores: Jay Shih, Alan I. Tuan e Poliang Lin.
Música: Chien-Ci Chen.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Cuando algo es lindo...


L'amour


Paz de espírito


"A paz de espírito não pode vir com choros e gritos.
Pelo contrário, isso levará a mais sofrimento e uma dor ainda maior.
O homem que não consegue deixar
seu sofrimento para trás apenas viaja mais fundo na dor."

segunda-feira, 7 de junho de 2010

¿Sabes algún cuento?

Fonte: autoliniers

Frases (Criminal Minds - TV Series)

“O homem que experimenta êxtases e visões, que confunde sonho com realidade, é um entusiasta. O homem que alimenta sua loucura com assassinato é um fanático.” Voltaire

“Todas as mudanças, mesmo aquelas pelas quais ansiamos, têm sua melancolia. O que deixamos para trás é uma parte de nós mesmos. Precisamos morrer em uma vida antes de entrarmos em outra.” Anatole France

“O que de esplendor outrora tão brilhante agora seja tomado de minha vista para sempre. Apesar que nada pode trazer de volta a hora de esplendor na grama, de glória numa flor, não nos afligiremos. Encontraremos forças no que ficou para trás.” Wordsworth

“Nenhum homem é feliz sem uma desilusão de algum tipo. Desilusões são tão necessárias para nossa felicidade quanto as realidades.” Christian Nestell Bovee

“Se soubéssemos os segredos uns dos outros, que conforto deveríamos encontrar.” John Churton Collins

“Não há como fugir da confissão através do suicídio. O suicídio é a confissão.” Daniel Webster

“A coisa mais autêntica sobre nós é nossa capacidade de criar, de superar, de suportar, de transformar, de amar e de sermos gratos até mesmo no nosso sofrimento.” Ben Okri

“Não existe nenhuma fórmula para o sucesso, exceto, talvez, pela aceitação incondicional da vida e do que ela traz.” Arthur Rubinstein

“Nenhum homem ou mulher que tente perseguir um ideal ao seu próprio modo, nunca o faz sem angariar inimigos”. Daisy Bates

“Sábio é o pai que conhece o próprio filho.” William Shakespeare

“O Super-Homem é, afinal, uma forma de vida alienígena. Ele é simplesmente a face aceitável das realidades invasoras.” Clive Barker.

“O herói sombrio é um cavaleiro numa armadura de sangue coagulado. Ele é sujo e faz o possível para negar o fato de que é um herói em tempo integral.” Frank Miller

“Ame a todos. Confie em poucos. Não faça mal a ninguém.” William Shakespeare

“Fantasias abandonadas pela razão produzem monstros impossíveis.” Francisco Goya

“Contos de fadas não dizem às crianças que dragões existem. As crianças já sabem que dragões existem. Contos de fadas dizem às crianças que dragões podem ser mortos.” G. K. Chesterton

“Aquele que controla os outros pode ser poderoso, mas aquele que é mestre de si mesmo é mais poderoso ainda.” Lao Tzu

“Você ganha força, coragem e confiança em toda experiência em que você encara o seu medo. Você deve fazer aquilo que pensa que não pode fazer.” Eleanor Roosevelt

L'amour

domingo, 6 de junho de 2010

Amo Brasília!

imagem tirada daqui
Eu amo Brasília!
Amo acordar cedo com o barulho dos pássaros na janela e ver o sol nascer...
Amo acordar e caminhar no Parque Olhos d'Água... No fim de tarde também é perfeito.
Amo ir para ao spinning e no caminho apreciar o Lago Paranoá.
Em geral, há alguns remadores (que saudade do remo no Minas Tênis).
Amo ver o arco-íris nesse céu espetacular!
Amo a chegada de agosto e setembro para ver o pessoal do vôo livre chegando à Esplanada.


imagem tirada daqui






sábado, 5 de junho de 2010

Be free...

Não aceite o agradável nem rejeite o medonho,
não afirme nem negue,
mas permaneça vividamente desperto.
Ao permacer assim,
o sinal de progresso é que seu corpo,
sua fala e sua mente se sentem livres e à vontade,
para além do prazer e da dor.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Ser feliz...


"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade."

quarta-feira, 2 de junho de 2010

15 formas de ficar zen (Tyska)

imagem tirada daqui

PRESTE ATENÇÃO EM TUDO QUE FIZER e olhe as ações e os comportamentos repetitivos como uma nova oportunidade de perceber a vida com mais cuidado e amor.

VIVA O MOMENTO PRESENTE. O passado já se foi e o futuro ainda não existe. O aqui e agora é a única realidade.

A RESPIRAÇÃO TEM O PODER DE MUDAR RAPIDAMENTE SEU ESTADO DE ALMA. Em situações de estresse, ansiedade, raiva, tristeza, acalme sua respiração e tenha em mente que todas as situações são passageiras, que tudo está em constante transformação.

COMECE O DIA SENTANDO-SE COM A COLUNA ERETA. (pode ser numa cadeira), perceba sua respiração, os batimentos de seu coração, suas tensões, seus pensamentos. Fique assim por alguns minutos, depois respire fundo e vá para o mundo disposto a aceitar o dia como ele vier, como se fosse o primeiro de sua vida.

EM CADA GESTO SIMPLES DO COTIDIANO, você pode descobrir novos prazeres Saboreie a água e cada alimento como um bem precioso, uma fonte de energia vital. Quando estiver comendo ou cozinhando, não desperdice.

RESERVE ALGUM TEMPO E APENAS FIQUE SEM FAZER NADA! Não pense, não contemple, não deseje mudanças.

SIMPLESMENTE SEJA O QUE É, aceite seu corpo e seus pensamentos.

LEMBRE-SE DE OLHAR PARA O CÉU. Isso expande os limites da mente e nos recorda que somos uma pequena parte do imenso Universo, que está sempre em movimento.

AO FALAR USE PALAVRAS DE CARINHO E RESPEITO pois você está diante de outro ser humano, seja quem for.

NO TRÂNSITO, MANTENHA-SE ATENTO E GENTIL COM OS OUTROS MOTORISTAS. Peça e dê passagem. Se ficar muito alterado com a espera, tenha no carro um CD de música tranqüila e algumas balas. Isso baixa a ansiedade e suaviza a raiva e a impaciência.

TENHA POR PERTO UMA CAIXA DE AREIA com algumas pedras e modifique a posição delas e o traçado nos grãos a cada dia. Mexer no jardim zen é uma forma de aquietar a mente e uma metáfora da vida: tudo está mudando a todo momento, um dia é diferente do outro e você pode criar o seu presente.

ACENDA UM INCENSO. Ele marca o tempo de sua meditação ou de qualquer atividade e purifica o ambiente. Além disso, segundo os monges zen-budistas, a fumaça espalha bem-estar para todos os seres e eleva nosso espírito.

LEMBRE-SE DESTE PROVÉRBIO CHINÊS: os mestres podem abrir a porta, mas só você pode entrar.

Fonte: vilamulher

terça-feira, 1 de junho de 2010

Emoções

Navegue em suas emoções como o navio navega nas ondas;
não se deixe pertubar por elas.
Há pessoas que sentem prazer
em ser emocionalmente inundadas,
e outras que sentem prazer em se embebedar.