sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

L'amour

En Tus Brazos de 2005, é uma animação produzida pelos franceses
François-Xavier Goby, Matthieu Landour e Edouard Jouret que fala do Amor.

Friendship

Fonte: Allposters

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Trying to be a better person...

Live one day at a time and make it a masterpiece
The A to Zen of life……
A void negative sources, people, places & habits
B elieve in yourself
C onsider things from every angle
D on’t give up and don’t give in
E verything you’re looking for lies behind the mask you wear
F amily & friends are hidden treasures, seek them & enjoy their riches
G ive more than you planned to
H ang on to your dreams
I f opportunity doesn’t knock, build a door
J udge your success by what you had to give up in order to get it
K eep trying no matter how hard it seems
L ove yourself
M ake it happen
N ever lie, cheat or steal
O pen your arms to change, but don’t let go of your values
P ractice makes perfect
Q uality not quantity in anything you do
R emember that silence is sometimes the best answer
S top procrastinating
T ake control of your own destiny
U nderstand yourself in order to better understand others
V isualize it
W hen you lose, don’t lose the lesson
X cellence in all your efforts
Y ou are unique nothing can replace you
Z ero in on your target & go for it

Dreaming...


Fonte: Allposters

É Proibido...


É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Viver...


A costureira e o cangaceiro

A escritora Frances de Pontes Peebles, 30 anos, foi criada em Miami, uma das capitais mais urbanizadas dos EUA, e se formou na Universidade do Texas. Sua genealogia, no entanto, remete a um local a milhares de quilômetros de distância: uma pequena cidade brasileira chamada Taquaritinga do Norte, no interior de Pernambuco. Lá nasceu sua avó, de quem Frances cresceu ouvindo as incríveis histórias a respeito de uma infância em uma terra habitada por figuras impressionantes como coronéis e cangaceiros. Foram essas lembranças familiares que formaram a escritora: o Brasil dessas memórias, acrescidos de uma irrepreensível pesquisa histórica e dos dotes de uma contadora de histórias inata, deu origem a seu romance de estréia. A costureira e o cangaceiro, escrito em inglês e traduzido para o português pela Editora Nova Fronteira, conta a história de duas irmãs que, na caatinga do final da década de 1920 e começo de 30, acabam sendo carregadas por rumos contrários. Aldous Huxley escreveu que “a memória de cada homem é sua literatura privada”; em A costureira e o cangaceiro, Frances transforma a memória de sua família em literatura a ser compartilhada com leitores do mundo inteiro.

As órfãs Emília e Luzia foram criadas pela tia, a melhor costureira da cidade, e logo aprenderam brilhantemente o ofício. Porém, apesar de terem recebido a mesma educação, não poderiam ter personalidades mais distintas. A delicada Emília desde cedo se mostrou sonhadora e ambiciosa. Seu maior desejo sempre foi se casar com um rapaz de boa família, para assim conseguir escapar para a capital e viver em um mundo como o das ilustrações que a maravilhavam ao folhear a revista Fon Fon. A caçula Luzia, por outro lado, era mais conectada ao solo de Taquaritinga. E um acidente durante a infância provocou uma deformação que a deixaria ainda mais brutalizada e isolada do convívio social: com um braço permanentemente dobrado, foi apelidada de Vitrola e ficou marcada como uma mulher sem futuro.
A distância entre as duas se torna física quando um bando de cangaceiros, liderados pelo infame Falcão – assim chamado por ter, como a ave de rapina, o hábito de arrancar os olhos de suas vítimas –, de passagem pela cidade, invade a casa das costureiras em busca de roupas novas e leva Luzia consigo. Assim, enquanto Emília se casa com o filho de um médico influente e vai morar em Recife, Luzia torna-se esposa de Falcão, formando o casal mais temido de toda a caatinga. Na cidade grande, porém, Emilia se deparará com preconceitos e decepções, ao passo que sua irmã encontrará um sentido para a vida em sua rotina itinerante como cangaceira. Mas, mesmo em lados tão opostos, suas vidas permanecerão eternamente conectadas.

O ponto de partida do romance é autobiográfico: o nome da avó de Frances – que realmente se casou com um homem de família abastada do Recife – era Emília e uma de suas seis irmãs se chamava Luzia. Além disso, todas eram costureiras. Mas, segundo a autora, o restante é pura ficção. “Sempre quis saber mais sobre as mulheres que acompanhavam os cangaceiros em seus bandos, mas não consegui encontrar muita coisa a respeito”, afirma a autora. “Apenas uma mulher, Maria Bonita, foi estudada a fundo. Essa falta de informação me fez pensar em minha avó e tinhas tias-avós, que viviam na zona rural na época do cangaço e eram o tipo de meninas que poderiam ter sido sequestradas e forçadas a ingressar em algum bando. Elas conseguiram escapar desse destino, mas o que aconteceria se não tivessem conseguido? Essa pergunta foi a fonte de inspiração para o meu romance.”
Utilizando a Revolução de 1930 e a Era Vargas como pano de fundo, Frances de Pontes Peebles narra – com leveza, suspense e inteligência – um verdadeiro épico. A costureira e o cangaceiro chegou a ser comparado a E o vento levou, de Margaret Mitchell: uma saga romântica e familiar ambientada em um país em transformação.

SOBRE A AUTORA
Frances de Pontes Peebles nasceu no Recife, Pernambuco. Formou-se em Letras pela Universidade de Texas em Austin e fez o seu mestrado no Writer's Workshop na Universidade de Iowa. Atualmente mora em Chicago, Illinois.
Fonte: Approach

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Poema do amigo Aprendiz

Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu possa.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso: é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias…

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Olimpus (Animação) - The PEN Story

Books...

Stop Motion para divulgação da New Zealand Book Council, feita pela Colenso BBDO

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

L'amour

One Love - Playing For Change - Song Around the World



One Love! One Heart!
Let's get together and feel all right.
Hear the children cryin' (One Love!);
Hear the children cryin' (One Heart!),
Sayin': give thanks and praise to the Lord and I will feel all right;
Sayin': let's get together and feel all right!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Um homem que ama a si mesmo e respeita a si próprio

E um homem que ama a si mesmo e respeita a si próprio, respeita os outros também - porque ele sabe, "Assim como eu sou, são os outros. Assim como eu gosto de amor, respeito, dignidade, os outros também gostam. Ele se torna consciente de que não somos diferentes - na medida em que os princípios estão relacionados, nós somos um. Estamos sob a mesma lei: aes dhammo sanantano.

Buda diz: nós vivemos sob a mesma lei eterna. Nos detalhes, podemos ser um pouco diferentes entre nós - o que traz grande variedade, o que é belo. Mas, nas fundações, nós somos parte de uma só natureza.

O homem que ama a si mesmo desfruta tanto do amor, torna-se tão feliz, que o amor começa a transbordar, começa a alcançar os outros. Tem que alcançar! Se você vive o amor, você tem que compartilhá-lo. Você não pode seguir amando a si mesmo para sempre - porque uma coisa se tornará absolutamente clara para você: se amar uma pessoa, a si mesmo, é tão tremendamente extático e belo, quanto mais êxtase está esperando por você, se você começar a compartilhar seu amor com muitas pessoas!

Lentamente as ondas começam a alcançar cada vez mais longe. Você ama outras pessoas, então você começar a amar os animais, os pássaros, as árvores, as rochas. Você pode preencher o universo inteiro com seu amor. Uma pessoa só é suficiente para preencher todo o universo com amor, assim como um simples seixo pode encher todo o lago com ondulações - um pequeno seixo".

OSHO - O Dhammapada: The Way of the Buddha

Construa pontes...

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta.
- Estou procurando trabalho, disse ele.Talvez você tenha algum serviço para mim.
- Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo.
- Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.
- Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos.
O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:
- Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei.
Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou:
- Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.
De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.
O carpinteiro, silenciosamente, partiu com sua caixa de ferramentas.
- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você.
E o carpinteiro respondeu:
- Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O poder da amizade

A ideia de que os amigos exercem influência sobre nós tem pelo menos 3 mil anos. É mais ou menos dessa época o registro de um ditado assírio: “Diga-me quem são seus amigos e eu direi quem você é”. (Que um ditado similar – “Diga-me com quem andas...” – seja comum no Brasil mostra quanto essa percepção resiste ao tempo e às diferenças culturais.) Mas só agora começamos a entender até onde a influência de nossos amigos se estende – é para bem mais longe do que supúnhamos.

Para o filósofo grego Aristóteles, um dos patriarcas da sabedoria ocidental, amizade era “uma única alma habitando dois corpos”. Ou, como disse o filósofo e político romano Cícero, três séculos depois, ter um amigo é ter um segundo eu. A escritora francesa Anaïs Nin definiu o mecanismo dessa influência de forma poética: “Cada amigo representa um mundo em nós, um mundo possivelmente não nascido até que ele chegasse, e é somente através desse encontro que um novo mundo nasce”. Com um pouco menos de poesia e um tanto mais de senso prático, milhões de pais compartilham essa opinião. E tratam de averiguar em que companhia andam seus filhos adolescentes – justamente por medo de que aflorem neles alguns mundos estranhos a seus valores.

É tão arraigada a noção de que as amizades ajudam a definir nossos caminhos na vida que um dos mais bem-sucedidos livros de autoajuda de todos os tempos (15 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro) carrega o sugestivo título de Como fazer amigos e influenciar pessoas. Escrito em 1936 pelo palestrante motivacional americano Dale Carnegie, o texto resiste até hoje como um manual para se dar bem na vida. Mas finalmente está se tornando desatualizado.

Uma série de pesquisas começa a mostrar que o poder da amizade é bem mais amplo do que imaginamos. De acordo com dois pesquisadores americanos, não somos habitados apenas pelos mundos criados por nossos amigos. Temos dentro de nós também os mundos criados pelos amigos dos nossos amigos e pelos amigos dos amigos dos nossos amigos. Os argumentos deles estão no livro Connected – The surprising power of our social networks and how they shape our lives, recém-lançado nos Estados Unidos (a edição brasileira, O poder das conexões – A importância do networking e como ele molda nossas vidas, deverá ser lançada no dia 25 de novembro, pela editora Campus-Elsevier). A conclusão é desconcertante. Nosso comportamento é moldado, em boa medida, por gente que nem sequer conhecemos, da qual estamos afastados por 2, até 3 graus de separação. “Nosso ponto principal não é tanto mostrar que seus amigos o afetam. Isso é senso comum. Nós mostramos como pessoas que não conhecemos nos afetam”, diz o médico e sociólogo Nicholas Christakis, professor da Universidade Harvard e coautor do livro, junto com o cientista político James Fowler, da Universidade da Califórnia em San Diego.

Por mais surpreendente que pareça esse contágio, não é difícil encontrar evidências dele. Em 2001, o empresário paulistano Luis Carlos Cabernite viu um grupo de golfistas no aeroporto, indo para Punta del Este. Como ele também ia para lá, visitou o campo. Encantou-se e, de volta a São Paulo, começou a fazer aulas de golfe. Seu entusiasmo atraiu o irmão, Paulo. Paulo “contaminou” a namorada, Adriana (hoje sua mulher), e o amigo José Mauro Gabriolli, um publicitário. “Há uns três anos, fui ver o Paulo num torneio e decidi experimentar”, diz Gabriolli. “Não parei mais. Agora estou tentando trazer minha mulher.” Ele adquiriu um hábito semanal influenciado por Paulo Pimentel, um desconhecido – o organizador da turnê de golfistas que encantou o irmão de seu amigo.

Da mesma forma, a empresária carioca Marcella Tcheh, atleta convicta desde os 15 anos, influenciou sua irmã, Jullie, a fazer ginástica numa academia. E Jullie levou para a ginástica uma vizinha, a publicitária Ana Paula Perissé. O processo também ocorreu com um grupo de ciclistas de São Paulo. A analista de sistemas Flávia Grohmann convidou a colega de trabalho Cristiane Fogaça para participar de uma trilha de bicicleta. Cristiane chamou o marido, Marcelo Castro, e Marcelo levou sua irmã, Ana.

É provável que todos tenhamos não uma, mas algumas histórias desse tipo em nossa vida. Só não percebemos a influência dos desconhecidos porque, bem, eles são desconhecidos. Quando Fowler e Christakis analisaram estudos com dados de milhares de pessoas, ao longo de quase 50 anos, esses laços ficaram mais claros.
Fonte: Epoca

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Pensamentos...

"Pois a misericórdia tem coração humano,
A compaixão, um rosto humano,
E o amor, a divina forma humana,
E a paz, a vestimenta humana."

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Incentivar a mente

Quando ocorrer um pensamento deprimente,
incentiva a mente com superioridade.
Cultiva o vazio sempre.
No momento em que surgirem
objetos de amor ou de ódio,
olha para eles como criações ilusórias.

Diários de bicicleta (David Byrne)

Desde o início dos anos 80, David Byrne tem usado a bicicleta como principal forma de locomoção em Nova York, cidade onde vive. Quando viaja ou sai em turnê, ele sempre leva consigo uma bicicleta dobrável. A princípio, tal decisão foi tomada por mera conveniência. No entanto, quanto mais cidades visitava, mais o músico se tornava adepto desse meio de transporte e da sensação de liberdade que ele proporciona. Ao conhecer novos lugares (ou o próprio lugar onde vive) sobre duas rodas, Byrne percebeu ser possível ampliar a percepção dos ritmos e dinâmicas características de uma cidade, de sua geografia e de seus habitantes, e passou então a registrar em um diário suas observações e descobertas sobre as metrópoles por onde passava.

Diários de bicicleta é a reunião de vários escritos do autor ao longo dos últimos anos – de Berlim a Buenos Aires, de Istambul a São Francisco, de Manila a Nova York, entre outras. Num estilo despojado que passeia entre ensaio, relato de viagens, diário pessoal e álbum de fotos, David Byrne registra também suas reflexões sobre uma variedade de assuntos: política, filosofia, música, planejamento urbano, moda, arquitetura local, diferenças culturais, sexualidade, entre outros, sempre com uma mistura muito particular de humildade, curiosidade e bom humor.

David Byrne é mundialmente conhecido por seu trabalho como músico à frente do Talking Heads, banda cult dos anos 80, e por seus álbuns solo e em parceria com Brian Eno, como Everything that happens will happen today, um das colaborações mais recentes. Sob o selo independente Luaka Bop, Byrne foi o responsável por distribuir internacionalmente grandes nomes do que se convencionou chamar de world music (entre os artistas brasileiros, lançou trabalhos de Tom Zé, Yoñlu, +2 e Os Mutantes). Além da música, o artista também encabeça uma série de projetos nas artes plásticas, no teatro e no cinema, colaborando com nomes como Caetano Veloso, Marisa Monte, Thwyla Tharp, Robert Wilson, Jonathan Demme e Bernardo Bertolucci.

Nascido em Dumbarton, na Escócia, em 1952, David Byrne frequentou a Rhode Island School of Design e o Maryland Institute College of Art. Atualmente, vive em Nova York.
Fonte: Manole

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cultive o desapego...

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
que já tem a forma do nosso corpo,
e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia:
e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre,
à margem de nós mesmos.

Frases (Peanuts - Turma do Charlie Brown)


“Há três coisas que aprendi a nunca a discutir com as pessoas: Religião, Política e a Grande Abóbora.”

“Mas o amor não existe para fazer a gente feliz?”
(Charlie Brown)

“Irmãos e irmãs jamais deveriam pertencer à mesma família”
(Linus Van Pelt)

“Argh! Fui beijado por uma menina! Tragam iodo! Tragam água quente!”
(Schroeder)

“É melhor ter amado e perdido do que nunca ter amado na vida”.
(Charlie Brown)

“Eu gosto da humanidade. O que eu não suporto são os humanos”.
(Linus van Pelt)

“Em todo este mundo, não há nada mais inspirador do que ver alguém que acabou de se livrar de uma obrigação”
(Linus van Pelt)

“Nada como um amor não correspondido para tirar todo o sabor do sanduíche de manteiga de amendoim…”
(Charlie Brown)

“Como você pode dizer que estou gordo? Estou apenas com estômago musculoso”
(Linus van Pelt)

“Não falei que tô apaixonado por ela, simplesmente disse que gosto muito do chão que ela pisa…”
(Linus van Pelt)

“Sabe, Linus, eu tô desenvolvendo uma nova filosofia, eu só preciso suportar um dia por vez.”
(Charlie Brown)

“Se todos concordarem comigo, todos estarão certos.”
(Lucy van Pelt)

“O objetivo da escola é estudar, estudar e estudar; para ir para o segundo grau e estudar, estudar e estudar; para ir para a faculdade e estudar, estudar e estudar; para conseguir um bom emprego, constituir família e ter filhos. Filhos que vão para a escola, para estudar, estudar e estudar…”
(Linus van Pelt)

Lucy: Olhe de outra maneira, Charlie Brown, nós aprendemos muito mais das falhas do que das vitórias.
Charlie Brown: Isto me faz a pessoa mais esperta do mundo.

Charlie Brown: Esse seu muro de pedras está sendo sua nova terapia, Linus. Toda vez que estiver com um problema você pode vir aqui e colocar mais uma pedra
Linus: Não têm tantas pedras assim no mundo, Charlie.

Linus: Eu nunca mais vou ter que ir a escola!
Lucy: Mas as férias de verão só duram 2 meses
Linus: Para uma pessoa como eu 2 meses é a eternidade!

“Minha vida não tem qualquer finalidade, sem direção, sem objetivo, não faz sentido e, no entanto, estou feliz”.
(Snoopy)

“Esse é o segredo da vida. . . Substituir uma preocupação por outra”.
(Charlie Brown)

“Nenhum problema é tão grande ou tão complicado que não se possa fugir dele!”
(Linus Van Pelt)

“Deve haver milhões de pessoas em todo o mundo, que nunca receberam uma carta de amor . . . Eu poderia ser seu líder”.
(Charlie Brown)

“Esta é a minha postura deprimida. Quando estiver deprimido, não faz muita diferença de como você se coloca. A pior coisa que você pode fazer é endireitar-se e manter a cabeça pra cima, porque então você vai começar a sentir-se melhor”.
(Charlie Brown)

“Tudo que você realmente precisa é amor, e um pouco de chocolate”.
(Lucy Van Pelt)

Linus: Minha professora me entende …!
Lucy: Ou ela é um gênio ou ela é nova no emprego.

“Estes cinco dedos … Individualmente, eles são nada. Mas em conjunto, eles formam uma arma que é terrível!”
(Lucy Van Pelt)

“Cada geração tem de ser capaz de culpar a geração anterior para seus problemas.. Não resolve nada, mas faz se sentir melhor”.
(Lucy Van Pelt)

Charlie Brown: Dizem que a força da gravidade é 13% menor do que era 14,5 bilhões de anos atrás.
Lucy: De quem é a culpa?
Charlie Brown: Culpa? Não há culpa
Lucy: O que você quer dizer “Não há culpa?” Tem que ser culpa de alguém! Alguém tem de tomar a culpa! Encontre um bode expiatório!

Eu não gosto de problemas na cabeça. Penso que a melhor maneira de resolver os problemas é evitá-los.
(Linus Van Pelt)

“Nenhuma sensação no mundo é tão boa quanto à de alguém que acabou de se livrar de uma obrigação.”
(Linus Van Pelt)

“Aquela menina é tão linda… e ainda por cima tem cheiro de papelaria.”
(Linus Van Pelt)

Lucy: Você sabe o que mantém as estrelas no céu, Linus?
Linus: Bem.... não sei o certo… tachinhas?

E finalmente, a melhor:
Linus vê uma folha caindo de uma árvore. Pára diante dela no chão e diz: você não será feliz aqui…

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Mafalda já é estátua

Mafalda saiu do papel e da tina nanquim, e - como figura célebre portenha comme il faut - virou estátua (foto de Ariel Palacios)

Pai e filha juntos. Quino e Mafalda (foto gentileza do governo da cidade autônoma de Buenos Aires)

Mafalda, a contestatária


Aqui segue o prefácio da primeira edição italiana de "Mafalda, a contestatária" - um livro que reunia suas tirinhas - publicada en 1969. O prólogo foi escrito pelo semiólogo Umberto Eco.
Mafalda no es solamente un personaje de historieta más; es, sin duda, el personaje de los años setenta. Si para definirla se utilizó el adjetivo "contestataria", no es sólo para alinearla en la moda del anticonformismo. Mafalda es una verdadera heroína "rebelde", que rechaza el mundo tal cual es. Para entender a Mafalda es necesario establecer un paralelo con ese otro gran personaje cuya influencia, evidentemente, no le es ajena: Charlie Brown.

Charlie Brown es norteamericano; Mafalda es sudamericana. Charlie Brown pertenece a un país próspero, a una sociedad opulenta a la que busca desesperadamente integrarse mendigando bienestar y solidaridad. Mafalda pertenece a un país lleno de contrastes sociales que, sin embargo, quiere integrarla y hacerla feliz. Pero Mafalda resiste y rechaza todas las tentativas. Charlie Brown vive en un universo infantil del que, en sentido estricto, los adultos están excluidos (aunque los chicos aspiren a comportarse como adultos). Mafalda vive en una relación dialéctica continúa con el mundo adulto que ella no estima ni respeta, al cual se opone, ridiculiza y repudia, reivindicando su derecho de continuar siendo una nena que no se quiere incorporar al universo adulto de los padres. Charlie Brown seguramente leyó a los "revisionistas" de Freud y busca una armonía perdida; Mafalda probablemente leyó al Che.

En verdad, Mafalda tiene ideas confusas en materia política. No consigue entender lo que sucede en Vietnam, no sabe por qué existen pobres, desconfía del Estado pero tiene recelo de los chinos. Mafalda tiene, en cambio, una única certeza: no está satisfecha.

A su alrededor, una pequeña corte de personajes más "unidimensionales": Manolito, el chico plenamente integrado a un capitalismo de barrio, absolutamente convencido de que el valor esencial el mundo es el dinero; Felipe, el soñador tranquilo; Susanita que se desespera por ser mamá, perdida en sueños pequeño burgueses. Y después, los padres de Mafalda, resignados, que aceptan una rutina diaria (recurriendo a su paliativo "Nervocalm") vencidos por el tremendo destino que hizo de ellos los guardianes de la Contestataria.

El universo de Mafalda no es sólo el de una América latina urbana y desarrollada: es también, de modo general y en muchos aspectos, un universo latino, y eso la vuelve más comprensible que muchos personajes de las historietas norteamericanas. En fin, Mafalda, en todas las situaciones, es una "heroína de nuestro tiempo", algo que no parece una calificación exagerada para el pequeño de personaje de papel y tinta que Quino propone.

Nadie niega que las historietas (cuando alcanzan cierto nivel de calidad) asumen una función cuestionadora de las costumbres. Y Mafalda refleja las tendencia de una juventud inquieta que asume aquí la forma paradojal de disidencia infantil, de esquemas psicológicos de reacción a los medios de comunicación de masas, de urticaria moral provocada por la lógica de la Guerra Fría, de asma intelectual causada por el Hongo atómico.

Ya que nuestros hijos van a convertirse -por mérito nuestro- en otras tantas Mafaldas, será prudente que la tratemos con el respeto que merece un personaje real.

Frases da Mafalda

"Todos acreditamos no país...o que a gente não sabe é se neste ponto das coisas o país acredita na gente!"

"Se viver é durar, prefiro uma canção dos Beatles em vez de um long play dos Boston Pops"

"O pior é que a piora começa a piorar"

"Parem
o mundo, que eu quero descer!"

"O negocio é encarar a artificialidade com naturalidade"


"Não é que não haja bondad..o que acontece é que ela está incógnita"

"Errare politicum est"

Fonte: Blog do Estadão

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Morte e Vida Severina


“…E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina.”