segunda-feira, 25 de maio de 2009

As 7 Faces do Dr. Lao (7 Faces of Dr. Lao)


Dr. Lao (Tony Randall), chinês gentil e idoso de 7322 anos chega em Abalone, com seu circo. Ele rapidamente nota que a cidade é dominada por um rico rancheiro, Clint Stark (Arthur O'Connell), que alega que em seis meses não haverá mais água, pois o aqueduto está quase inutilizado. Stark quer comprar toda a cidade e só Ed Cunningham (John Ericson), o dono do jornal local, se opõe. Mas em poucos dias o Dr. Lao irá alterar a vida dos moradores de Abalone.

Fonte: http://www.interfilmes.com/filme_21434_As.7.Faces.do.Dr.Lao-(7.Faces.of.Dr.Lao).html

O Pássaro Azul (The Blue Bird)

O Pássaro Azul (The Blue Bird) interpretado por Shirley Temple, conta a história de uma menina que se chamava Mytyl e do seu irmão Tytyl, que ficam sós em casa, depois de o pai ter ido para a guerra combater Napoleão.
Uma noite, Mytyl recebe a visita da fada Berylune que os manda, juntamente com o seu gato e cão, transformados em humanos, em busca do pássaro azul da felicidade através do passado, do presente e do futuro.
Depois de uma longa aventura, voltando para casa, Mytyl, ao regressar a casa descobre que o pássaro azul da felicidade era aquele que estava na sua gaiola.
Todos procuraram por algo que esteve sempre dentro de casa.
Fonte: http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/

sábado, 23 de maio de 2009

Terra: Conflito Final (Earth: Final Conflict)





No começo do século vinte e um a Terra é visitada por uma raça alienígena, os Taelons. Eles alegam que desejam compartilhar conhecimento com o resto da humanidade, na sua esperança de nos conhecer melhor. William Boone é designado protetor de Da'an, o “aliado” de Taelon para a América do Norte. Mas Boone está realmente trabalhando para a resistência humana que está tentando descobrir os motivos verdadeiros dos Taelons, que podem não ser tão generosos quanto alegam.
Ao final da primeira temporada Boone foi assassinado pelos Taelons. Seu personagem foi substituído por Liam Kincaid, um alienígena híbrido assumindo a pessoa de um antigo camarada de Boone. Nós soubemos na 2a temporada que os Taelons estavam em guerra contra uma outra raça alienígena, os Jaridians, e que a Terra tinha um papel importante nesse conflito. Ele apareceu na 3a temporada com outro agente duplo, Renee Palmer. Enquanto a 4a temporada caminhava para o final, os Taelons e os Jaridians estavam próximos da extinção. Ironicamente, sua última chance para sobreviver era se aliar uns aos outros. Esta união fez com que os Atavus se lançassem sobre a Terra trazendo assim o conflito final. Renee se torna um guerreiro feroz na missão de desmascarar e destruir os Atavus antes que eles dominem o mundo. No final da série os Atavus retornam para sua terra de origem.
"Eles são os Aliados. Alienígenas se dirigem para a Terra em uma missão de paz. Sua verdadeira missão, os segredos que escondem, para sempre mudarão a humanidade. Na luta pelo nosso planeta, na batalha entre estes Aliados Taelons e a Resistência Humana, está a chave do futuro da Terra e o destino da humanidade. Na TERRA: o Conflito Final."
Último episódio: ‘Final Conflict’
Enquanto Renee começa a perder a esperança de que a humanidade sobreviva, um velho amigo vai reaparecer para lhe dar orientação e consolo. Yulyn e Ra'jel unirão forças para repelir a ameaça dos Atavus contra a humanidade. Sandoval ajusta as contas com seu passado e termina a série na maneira "Sandoval".


domingo, 17 de maio de 2009

O melhor do Comidinhas (Alessandra Blanco)


No livro 'O melhor do Comidinhas - Lugares (quase) secretos, dicas gastronômicas e algumas receitas', o leitor irá encontrar dicas e segredinhos publicados no blog, reunidos pela autora nesta edição. Aqui você encontra lugares quase secretos, como o 'Patuá da Baiana', em São Paulo, e a 'Confeitaria das Famílias', em Curitiba; dicas gastronômicas, como azeites gourmets da Itália e a omelete com mel caramelizado de Aix-en-Provence; e algumas receitas, como a mussaca grega e os biscoitos de queijo da dona Maria.
Fonte: http://www.livrariacultura.com.br
Saiba mais: http://colunistas.ig.com.br/comidinhas/

O espaço, a fronteira final!


O espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise. Sua missão de cinco anos: explorar novos e estranhos mundos, procurar novas formas de vida, novas civilizações, audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve.

No "universo" de Star Trek, a humanidade desenvolveu a tecnologia das viagens espaciais mais rápidas que a luz após uma fase pós-apocalíptica em meados do século XXI. Posteriormente, os seres humanos uniram-se a outras espécies da galáxia para formar a Federação Unida de Planetas. Resultado da intervenção alienígena e do progresso científico, a humanidade, na altura do século XXIII, já teria superado muitos de seus defeitos e vicissitudes, teria erradicado doenças e a pobreza e se dedicaria a explorar novos mundos. As histórias de Star Trek costumam descrever as aventuras de seres humanos e alienígenas que servem na Frota Estelar da Federação.

Os protagonistas são, em geral, altruístas, com ideais que por vezes são aplicados de maneira imperfeita aos dilemas apresentados nas histórias. Os conflitos e a dimensão política de Star Trek formam alegorias que representam as realidades culturais de hoje: a série original comentava a realidade dos anos 1960, do mesmo modo que as séries posteriores refletem os valores e questões da época em que foram produzidas. Em geral, as séries abordam temas como guerra e paz, autoritarismo, imperialismo, conflito de classes, racismo, direitos humanos, sexismo e feminismo e o papel da tecnologia.

Star Trek é um dos nomes mais populares do século XX no que toca a entretenimento de ficção científica.

Fonte do texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Star_Trek
Saiba mais: http://www.jornadanasestrelas.hpg.ig.com.br
http://retrotv.uol.com.br/dvd/jornada_serie.html

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Os Três Macacos Sábios


Os Três Macacos Sábios ilustram a porta do Estábulo Sagrado, um templo do século XVII localizado no Santuário Toshogu, na cidade de Nikko, Japão. Sua origem é baseada em um trocadilho japonês. Seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tampa a boca), que é traduzido como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal. A palavra saru, em japonês, significa macaco e tem o mesmo som da terminação verbal zaru, que está ligado à negação.
Origem
O folclore japonês diz que a imagem dos macacos foi trazida por um monge budista chinês, no século XVIII. Apesar disso, não há comprovação dessa suposição.
Provérbio
Mizaru Kikazaru Iwazaru - que literalmente significa: miru=olhar, kiku=ouvir, iu=falar e zaru=negar.
É uma forma de lembrar que, se os homens não olhassem, não ouvissem e não falassem o mal alheio, teríamos comunidades pacíficas com paz e harmonia.

domingo, 10 de maio de 2009

Se

Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar --sem que a isso só te atires,
De sonhar --sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais --tu serás um homem, ó meu filho!



Autoria: Rudyard Kipling, em tradução de Guilherme de Almeida

If



If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;

If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools;

If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!"

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings --nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And --which is more-- you'll be a Man, my son!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Father and Daughter (Michael Dudok De Wit)

Father and Daughter is a 2000 Dutch animated short film, made by Michaël Dudok De Wit. It won the 2000 Academy Award for Animated Short Film.The film also received [over / or another other] 20 [awards] [wins] and 1 nomination and is considered the most successful in the series of works by Michaël which attracts the biggest audiences.
Story plot
A father says goodbye to his young daughter and leaves. As the wide Dutch landscapes live through their seasons so the girl lives through hers. She becomes a young woman, has a family and in time she becomes old, yet within her there is always a deep longing for her father.The story can be seen as a metaphor. The father leaving on a boat signifies his death and the images of the daughter watching for him to come back is signifying her always thinking about him throughout her life. Towards the end when the now elderly daughter begins to travel through the overgrown, dried up riverbed is supposed to explain that she has died and is now travelling in the afterlife to see her father once again.

Fonte do texto: http://en.wikipedia.org/wiki/Father_and_Daughter_(film)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Como me tornei um estúpido


Não há nada que me enerve mais do que essas histórias em que o herói, no final, voltará à situação inicial após ter vencido qualquer coisa. Ele terá corrido riscos, terá saído vitorioso das aventuras, mas, no fim, voltará a estar como no princípio. Não quero participar dessa mentira: fazer de conta de que não se conhece a conclusão de tudo isso. Sei perfeitamente que essa viagem à estupidez vai transformar-se num hino à inteligência. Será a minha pequena Odisséia pessoal: após muitas provações e aventuras perigosas, encontrarei Itaca. Sinto já o odor de aguardente e de folhas de videira recheadas. Seria hipócrita não dizê-lo, não dizer que, desde o início da história, se sabe que o herói vai safar-se, que ele até vai sair engrandecido por causa das provas. Um desfecho artificialmente construído para parecer natural proclamará uma lição do gênero: E bom pensar, mas é preciso aproveitar a vida. O que quer que digamos, o que quer que façamos, haverá sempre uma moral a brotar nos prados da nossa personalidade.
Hoje é quarta-feira 19 de julho, e o sol decide enfim deixar o seu refúgio. Eu gostaria de poder dizer, na conclusão desta aventura, como certo personagem do filme Nascido para matar: “Estou num mundo de merda, mas estou vivo e não tenho medo.”
Trecho de Como me tornei um estúpido, de Martin Page

Como me tornei um estupido (Martin Page)


A ignorância é um dom para Antoine, personagem principal da sátira de Martin Page, Como me tornei estúpido. Para o jovem estudante de aramaico, filho de pai birmanês e mãe bretã, a inteligência e a consciência crítica se transformam em empecilhos para alcançar a felicidade na sociedade atual. Por isso, o anti-herói criado pelo autor francês decide investir na idiotice como forma de sobrevivência: do alcoolismo ao antidepressivo, ele tenta todos os meios possíveis para se tornar uma nulidade. O livro é um caso extremo e bem-humorado de rebeldia contra uma sociedade que exige a estupidez como passaporte e oferece a massificação como recompensa. Como me tornei estúpido faz parte do Safra XXI, selo lançado em 2004 pela editora Rocco com edição gráfica diferenciada e proposta ousada de lançar autores jovens e talentosos.

Decidido a parar de sofrer por causa de uma consciência que o impede de aceitar as injustiças do mundo, Antoine tenta sem sucesso virar alcoólatra, suicidar-se e até fazer uma cirurgia para retirar uma parte do cérebro. As tentativas frustradas do jovem protagonista são descritas com fina ironia e imagens nonsenses que beiram o surrealismo. Mas a redenção de Antoine vem com o emprego numa corretora de ações de um ex-colega de escola, que junto com o Felizac, antidepressivo receitado pelo seu médico boa-praça, são o antídoto perfeito contra a inteligência e a consciência crítica do rapaz.
O protagonista passa então a freqüentar o mundo dos bem-sucedidos executivos financeiros de Paris, fica milionário de uma hora para outra, e tenta de todas as maneiras se adaptar à sua nova condição – entre outras coisas isso significa comprar, comprar, comprar, enquanto a sua consciência dorme. Mas as peripécias de Antoine não duram muito. Entre um intervalo e outro de Felizac, o herói de Page fica vulnerável ao seu próprio veneno, ou seja, seu cérebro ainda dá sinais de estar vivo e sua dificuldade de sentir-se um membro efetivo da sociedade vem à tona. Até que o "resgate" de fato acontece, de uma forma nada convencional, para concluir, depois de uma série de experiências que beiram o surreal, a história engendrada pela imaginação fértil do autor.
Como me tornei estúpido é uma agradável surpresa com sotaque parisiense, mas levanta questões universais. O livro faz uma crítica afiada ao consumismo e ao pretenso livre-arbítrio que torna todos semelhantes na sociedade de massa. Martin Page possui uma escrita saborosa, recheada de citações e referências, em especial ao cinema. Influência confessa do surrealista Boris Vian, comparado pela crítica a Tchekov e Jane Auster, considerado por outros uma versão atual de Voltaire e seu Cândido, o otimista, a estréia do jovem francês é um sopro de humor e vitalidade na prosa francesa atual.

Metamorfose (de Franz Kafka adaptado por Peter Kuper)


Um clássico da literatura estrangeira agora em quadrinhos. O livro surpreende tanto os leitores de Kafka quanto os fãs de graphic novels.

O LIVRO
O aclamado artista gráfico Peter Kuper apresenta uma brilhante e sombria adaptação para os quadrinhos do clássico de Kafka sobre família, alienação e um inseto gigante. O estilo de Kuper, uma fusão dos quadrinhos norte-americanos com o expressionismo alemão, faz com que a prosa de Kafka ganhe vida, revivendo todo o humor e sagacidade do texto original de uma forma que irá surpreender tanto os leitores de Kafka quanto os leitores de graphic novels.

Certamente, como afirma o quadrinhista Peter Kuper, "os personagens angustiados de Kafka em cenários de realidade alterada são feitos sob medida para essa mídia." E, para ilustrar as palavras iluminadoras de Kafka, Peter Kuper buscou inspiração nos desenhos quase surrealistas de Winsor McCay, o criador da tira Dream of the Rarebit Fiend (em português, literalmente, Sonho do viciado em queijo gratinado), publicado pelo jornal nova-iorquino Evening Telegram.

A habilidade de Franz Kafka em abordar a condição humana com reviravoltas inesperadas e brilhante talento faz com que seu trabalho se mantenha atual mesmo quase um século depois, como se tivesse sido criado para refletir o clima da era em que vivemos. "Suas histórias de julgamentos grotescos e burocracias inflexíveis não parecem mais surreais que as manchetes que vemos nos jornais diários." enfatiza Peter Kuper.